O Temor de Deus



11 setembro, 2014


… é o zelo de não ofender a Deus para não perder sua graça
Embora alguém possa achar o tema da capa deste Boletim Informativo agressivo ou moralista, gostaria de propor uma reflexão para que tenhamos o cuidado de não estarmos cedendo muito facilmente às tentações e seduções da ditadura relativista, nem às seduções deste mundo.
Se não é, está se tornando, senso comum, as defensivas de que os tempos mudaram para justificar o paganismo que temos vivido ou permitido entrar em nossas paróquias, em nossas mentes, corações e famílias.
Que os tempos mudaram é óbvio, mas, além do tempo, os comportamentos têm mudado muito, em muito pouco tempo.
Já vem dos primórdios, das origens, a tentação de esquecermos de Deus e de sua Palavra para fazermos o que nos for sugerido. Já foi assim com Adão e Eva.
Não é nenhuma novidade que as tentações que nossos antepassados tiveram são as mesmas que nós e serão as mesmas que os nossos descendentes enfrentarão.
É preocupante pensar que, talvez, as gerações futuras nem tenham conhecimento dos valores cristãos para que possam fazer escolhas entre o bem e o mal.
Quem tem determinado às nossas famílias que não se deve mais questionar e rejeitar comportamentos anti-cristãos?
Se quem não ajunta com Cristo, espalha, se quem não está com Ele, está contra Ele, como temos nos posicionado com relação ao santo temor de Deus?
Ainda que eu esteja sendo repetitivo, é impressionante como as pessoas têm vivido como se não fossem morrer, como se não fossem prestar contas de suas escolhas, como se as escolhas pessoais não fossem ter conseqüências!
Alguém poderá dizer: «O problema é meu, quem vai arcar com o prejuízo sou eu.» Com certeza! Mas,  se vemos que as consequências vão além das dificuldades imediatas e comprometem até mesmo a salvação eterna, tem algo que está muito mal.
Os pais ficam satisfeitos se seus filhos(as) estiverem indo à Igreja, mas, se o comportamento deles não forem de quem conhece e busca viver segundo o Evangelho, isso é sinal que não está servindo de muita coisa «ir à Igreja».
Não é na Igreja que se aprenderá a prática do Evangelho, é na nossa casa, na nossa família! Assim como na escola vamos para sermos alfabetizados, educação é responsabilidade dos pais, e se aprende em casa. Ou não!
Quem disse que as pessoas devem ceder às tentações e desejos da carne?
Quem disse que o pecado não traz consequências?
Quem são estes que falam diferente do Evangelho, dos ensinamentos de Jesus e de sua Igreja?
Com relação ao pecado, não podemos querer justificativas. Devemos nos arrepender e procurarmos o perdão de Deus no Sacramento da Reconciliação (Confissão), para nos convertermos.
Algumas coisas não são normais, embora tenham se tornado comum, como por exemplo:
-Não é normal, nem sadio para o jovem, usar de bebida alcoólica desde cedo e sem medida;
-Não é normal usar maconha e outras drogas;
-Não é normal, nem sadio, os jovens não terem horários e disciplina;
-Não é normal os jovens terem relações sexuais fora do projeto de Deus, ou seja, fora da vida matrimonial; isso tem consequências;
-Não é normal os filhos fazerem o que bem entenderem de suas vidas, sem correções e sem que colham os resultados de suas escolhas;
-Não é normal os pais abrirem mão de sua autoridade e quererem que as coisas andem bem;
Enfim, não é normal vivermos do jeito que quisermos e dizermos que somos seguidores de Jesus Cristo.
Busquemos o Santo Temor, de não desagradarmos a Deus. O pecado gera consequências para nós e é disso que Deus Pai quer nos livrar.
Não se trata de ter medo de Deus ou ‘moralismo’, mas, de uma real consciência dos prejuízos que temos quando escolhemos o pecado.
Não falo como professor de moral, mas como pecador, que conhecendo as misericórdias de Deus, não consegue se calar diante de tantos enganos.

Embora alguém possa achar o tema da capa deste Boletim Informativo agressivo ou moralista, gostaria de propor uma reflexão para que tenhamos o cuidado de não estarmos cedendo muito facilmente às tentações e seduções da ditadura relativista, nem às seduções deste mundo. Se não é, está se tornando, senso comum, as defensivas de que os tempos mudaram para justificar o paganismo que temos vivido ou permitido entrar em nossas paróquias, em nossas mentes, corações e famílias. Que os tempos mudaram é óbvio, mas, além do tempo, os comportamentos têm mudado muito, em muito pouco tempo. Já vem dos primórdios, das origens, a tentação de esquecermos de Deus e de sua Palavra para fazermos o que nos for sugerido. Já foi assim com Adão e Eva. Não é nenhuma novidade que as tentações que nossos antepassados tiveram são as mesmas que nós e serão as mesmas que os nossos descendentes enfrentarão. É preocupante pensar que, talvez, as gerações futuras nem tenham conhecimento dos valores cristãos para que possam fazer escolhas entre o bem e o mal. Quem tem determinado às nossas famílias que não se deve mais questionar e rejeitar comportamentos anti-cristãos? Se quem não ajunta com Cristo, espalha, se quem não está com Ele, está contra Ele, como temos nos posicionado com relação ao santo temor de Deus? Ainda que eu esteja sendo repetitivo, é impressionante como as pessoas têm vivido como se não fossem morrer, como se não fossem prestar contas de suas escolhas, como se as escolhas pessoais não fossem ter conseqüências! Alguém poderá dizer: «O problema é meu, quem vai arcar com o prejuízo sou eu.» Com certeza! Mas,  se vemos que as consequências vão além das dificuldades imediatas e comprometem até mesmo a salvação eterna, tem algo que está muito mal. Os pais ficam satisfeitos se seus filhos(as) estiverem indo à Igreja, mas, se o comportamento deles não forem de quem conhece e busca viver segundo o Evangelho, isso é sinal que não está servindo de muita coisa «ir à Igreja». Não é na Igreja que se aprenderá a prática do Evangelho, é na nossa casa, na nossa família! Assim como na escola vamos para sermos alfabetizados, educação é responsabilidade dos pais, e se aprende em casa. Ou não! Quem disse que as pessoas devem ceder às tentações e desejos da carne? Quem disse que o pecado não traz consequências? Quem são estes que falam diferente do Evangelho, dos ensinamentos de Jesus e de sua Igreja? Com relação ao pecado, não podemos querer justificativas. Devemos nos arrepender e procurarmos o perdão de Deus no Sacramento da Reconciliação (Confissão), para nos convertermos. Algumas coisas não são normais, embora tenham se tornado comum, como por exemplo:  Não é normal, nem sadio para o jovem, usar de bebida alcoólica desde cedo e sem medida; Não é normal usar maconha e outras drogas; Não é normal, nem sadio, os jovens não terem horários e disciplina; Não é normal os jovens terem relações sexuais fora do projeto de Deus, ou seja, fora da vida matrimonial; isso tem consequências; Não é normal os filhos fazerem o que bem entenderem de suas vidas, sem correções e sem que colham os resultados de suas escolhas; Não é normal os pais abrirem mão de sua autoridade e quererem que as coisas andem bem; Enfim, não é normal vivermos do jeito que quisermos e dizermos que somos seguidores de Jesus Cristo. Busquemos o Santo Temor, de não desagradarmos a Deus. O pecado gera consequências para nós e é disso que Deus Pai quer nos livrar. Não se trata de ter medo de Deus ou ‘moralismo’, mas, de uma real consciência dos prejuízos que temos quando escolhemos o pecado.  Não falo como professor de moral, mas como pecador, que conhecendo as misericórdias de Deus, não consegue se calar diante de tantos enganos.


Glauco César de Paula – Fundador e Oblato Corpus Christi



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