E o nome da virgem era Maria…



8 maio, 2013


Mês de maio, mês das mães, mês de Maria. Não é novidade pra ninguém, nem mesmo para os não-católicos, o grande amor que nós dispensamos para com a mãe de Deus e nossa, a doce Virgem Maria.  O povo mais simples a chama de Nossa Senhora, visto que é a mãe de Cristo, Nosso Senhor.

Se acompanharmos a história cristã, vamos notar que Maria, ao longo dos séculos, sempre foi invocada como intercessora dos cristãos. Chama a atenção uma bela oração mariana dos primórdios da Igreja:

“Debaixo de vossa proteção nos refugiamos, ó santa mãe de Deus; não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem, gloriosa e bendita. Maria, rainha e auxiliadora dos cristãos, rogai por nós que recorremos a vós” (século III).

Além de nossa intercessora, Maria se coloca como aquela que é o grande exemplo de serviço a Deus.  Toda sua vida foi consagrada a glória de Deus na pessoa de seu querido filho, Jesus Cristo.

Primeiramente nós a vemos, apesar de sua tenra idade, aceitando a vontade de Deus em relação a sua vida: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim seguindo a vossa vontade”. Maria sabe que Deus a escolheu para um grande propósito e, como pessoa de fé, aceita de bom grado o desígnio de Deus a seu respeito. E nós, acreditamos que Deus nos chama a evangelizar, a se colocar a disposição do Senhor?

Maria é a grande missionária de Cristo. Atravessando apressadamente a região montanhosa da Judéia, apresenta a Isabel e seu filho João Batista o salvador que visita seu povo causando grande júbilo nos dois. Tenho evangelizado os meus parentes, levado a boa-nova do Evangelho aos meus?

Depois nós a vemos, juntamente com São José e o menino Jesus, fugir para o Egito por causa da perseguição de Herodes. Maria confia na proteção de Deus, mas, sábia e prudente, não se expõe ao perigo. Fica a pergunta, tenho buscado fugir das ocasiões de pecado, de tudo aquilo que pode prejudicar a caminhada com Deus?

Maria e São José ensinam a Jesus as leis de Deus e o introduz na vivência religiosa; é isso que percebemos por ocasião da peregrinação ao Templo em que o menino, agora com 12 anos, permanece entretido a discutir com os doutores da lei e os escribas. E as famílias de hoje? Tem se responsabilizado pela educação humana e religiosa de seus filhos?

Em Cana da Galileia, Maria está atenta às necessidades dos noivos. Se ela percebe que acabou o vinho é porque acompanha os fatos de perto. E eu, estou atento às necessidades de meus irmãos, daqueles que mais precisam?

Mesmo no momento mais crítico da missão de Jesus, a crucificação, Maria lá está, firme e resistente. A tristeza é grande, mas sua confiança em Deus não a deixa sucumbir, pois tem sua fé alicerçada nas promessas de Deus. E nós, nos momentos de provação e dificuldades, apoiamo-nos em Deus, confiamos Nele, ou nos deixamos abater pelas situações?

Que Maria nos ensine a sermos bons missionários, que, a exemplo dela, possamos estar próximos de Cristo e levá-lo em todos os lugares por onde passarmos. Está é nossa missão, a vontade de Deus a nosso respeito.

Pe. Paulo Sérgio Carlos
Oblato Corpus Christi e Sacerdote da Diocese de Piracicaba



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